Segundo dia da Festa Nacional do Colono tem apresentações musicais e Baile da Terceira Idade

A 34ª Festa Nacional do Colono já começou! O segundo dia, sexta-feira (21), inicia às 7h com a 1ª Ordenha do 21º Torneio de Gado Leiteiro. A manhã segue com julgamento de animais das raças Brahman, Nelore e Holandesa.

Quem for almoçar na Festa, poderá curtir a apresentação musical de Louise Lucena Trio. Às 14h30, acontece o Baile da Terceira Idade, que será animado pelo Grupo Legião Gaúcha.

A noite começa com apresentação da Banda Ninguém Sabe e às 19h ocorre a 2ª Ordenha do Torneio de Gado Leiteiro. Às 20h, sobe ao palco o cantor Rodrigo Valentim e às 22h, o Grupo Sem Abuso. O dia encerra com o Baile Tradicionalista, às 23h30.

A entrada na 34ª Festa Nacional do Colono é gratuita.

 

Atrações musicais da noite de sexta

A programação de shows na sexta conta com três artistas que trazem estilos distintos. Às 18h, a Banda Ninguém Sabe interpreta o melhor do rock n' roll, blues, rock progressivo, rock psicodélico, dentre alguns ritmos e gêneros populares brasileiros. Formado em 2006 por Wagner Kuhnen na bateria, Lucas Alves na guitarra, Rosalvo Júnior na voz e Lenon Cesar no baixo, a banda se baseia na sonoridade do rock brasileiro dos anos 70, tendo como inspiração artistas como Raul Seixas, Os Mutantes, Tim Maia, Caetano Veloso, Cartola, Zé Ramalho, dentre diversos outros nomes da música.

Às 20h é a vez do sertanejo animar a galera, com o cantor catarinense Rodrigo Valentim, que vem se destacando no estado. Desde os oito anos envolvido com a música, Rodrigo ficou conhecido no Brasil ao participar de um reality show de música em rede nacional, e desde então, tem levado a diversas cidades seus sucessos, dentre composições próprias, regravações e música inéditas de cantores consagrados.

Para finalizar o dia de atrações, o samba toma conta da festa com o Sem Abuso. Com Cesinha e Marcelinho comandando o vocal, Fernandinho no pandeiro e Yan no cavaco, o grupo catarinense, que já tem quatro CD gravados, se apresenta com irreverência, ousadia e alegria. São 12 anos de carreira que abriram novas portas para o samba e o pagode no litoral catarinense, difundindo ainda mais o gênero no sul do país.